como pode né tão nova se vestir tão bem!!!sexta-feira, 12 de agosto de 2011
a garotinha .....
como pode né tão nova se vestir tão bem!!!quarta-feira, 10 de agosto de 2011
5 coisas que vc nao pode errar.
Para evistar alguns erros comuns que muitas vezes afastam os jovens da sua primeira oportunidade, Flávia Furlan Nunes escreveu um artigo no InfoMoney apresentando 5 erros comuns dos recém-formados em busca do primeiro emprego. São eles:
- Procurar apenas na Internet
- Mandar currículos sem direcionamento
- Vestir-se errado para a entrevista
- Não saber ouvir na entrevista
- Não demonstrar cortesia na entrevista
ai vai coo se vestir em seu 1 emprego!!!!!!!!
Primeiro Emprego: como se vestir
8 de outubro de 2010 — Deixe um comentário
A forma de se vestir é uma das peças importantes para se conseguir e manter um emprego. Os profissionais são a “cara” da empresa e todas elas querem que seu time esteja “alinhado”.
A regra básica, neste caso, é simples: seguir a cultura da empresa, sempre, e atentar para alguns detalhes que podem fazer toda a diferença.
No caso das mulheres, esmaltes coloridos, legging, sandálias rasteiras, entre outros estão vetados a não ser que você vá trabalhar em setores reconhecidamente mais liberais (agências de publicidades, empresas ligadas a moda ou arte e veículos de comunicação). Mesmo assim a regra de ouro é ser sempre um pouquinho mais tradicional na hora de conseguir o emprego e depois observar como os outros funcionários se vestem para ter um termômetro de como agira. Assim, é mais difícil errar feio. Para os homens, vale a mesma regra e é bom evitar tênis, camisetas e camisas com cara de muito antigas a não ser que este tipo de roupa faça parte do estilo da empresa.
No caso de empresas mais formais, a escolha é mais simples. As vestimentas devem seguir o código estabelecido por ela (algumas, por exemplo, exigem traje mais formal, como terno e gravata, e, às sextas-feiras, liberam o uso de roupas mais informais). E não esqueça de um requisito básico: cabelos arrumados e unhas feitas, no caso das mulheres, e cabelos, barba e bigode com aparência de cuidados no caso dos homens.
Todo mês é a mesma coisa: você nem tem vontade de sair de casa por causa das terríveis cólicas. Pois saiba que algumas atitudes simples podem ajudar a amenizar.
“A dor é provocada pelo aumento de substâncias do útero chamadas prostaglandinas, que promovem as contrações uterinas que acompanham os ciclos menstruais normais”, explica a ginecologista Rosa Maria Neme. Para te ajudar a se livrar deste incômodo, separamos 12 dicas de vários especialistas. Escolha o seu método.
1. Tome medicamentos com orientação médica
“Os tratamentos são à base de antiespasmódicos ou com anticoncepcional, caso os sintomas da TPM sejam muito intensos”, comenta o médico Alex Botsaris.
“Os tratamentos são à base de antiespasmódicos ou com anticoncepcional, caso os sintomas da TPM sejam muito intensos”, comenta o médico Alex Botsaris.
2. Aposte na homeopatia
“Alguns remédios como Lachesis, Sépia, Calcarea Carbônica, Caulophyllum e Chamomilla são indicados para as cólicas, mas a recomendação depende das características de cada paciente”, diz Botsaris.
3. Descanse
“O simples ato de se deitar com a barriga para baixo, apoiada em um travesseiro, comprimindo-a, já ameniza as dores”, diz a fisioterapeuta Deborah Supino.
“Alguns remédios como Lachesis, Sépia, Calcarea Carbônica, Caulophyllum e Chamomilla são indicados para as cólicas, mas a recomendação depende das características de cada paciente”, diz Botsaris.
3. Descanse
“O simples ato de se deitar com a barriga para baixo, apoiada em um travesseiro, comprimindo-a, já ameniza as dores”, diz a fisioterapeuta Deborah Supino.
4. Faça exercícios físicos
Atividades como alongamento, ioga, caminha ou andar de bicicleta ajudam. “Feitos de forma regular e moderada, liberam endorfinas e amenizam as dores”, explica Deborah Supino.
Atividades como alongamento, ioga, caminha ou andar de bicicleta ajudam. “Feitos de forma regular e moderada, liberam endorfinas e amenizam as dores”, explica Deborah Supino.
Siga esses exemplos: deite-se de costas, com joelhos dobrados, pés no chão e braços para trás. Ao mesmo tempo, levante os braços para a frente e estique as pernas para a posição sentada. Incline-se para a frente e tente alcançar os pés com os dedos das mãos. Retorne à posição normal.
Outro exercício: fique em pé, de frente para a parede, a uma distância de 30 cm. Cruze os braços na altura dos ombros. Incline a barriga até que toque a parede. Permaneça nesta posição por um minuto, mantendo os calcanhares no chão e os joelhos retos. Retorne à posição inicial.
5. Pratique pilates
“As dores são amenizadas pelo trabalho realizado no centro de força, localizado na região abdominal. O controle respiratório também contribui para a diminuição das tensões que agravam as dores”, argumenta a professora Cristina Abrami. “As aulas nesses períodos devem ser modificadas, diminuindo a intensidade dos exercícios, principalmente os abdominais”.
“As dores são amenizadas pelo trabalho realizado no centro de força, localizado na região abdominal. O controle respiratório também contribui para a diminuição das tensões que agravam as dores”, argumenta a professora Cristina Abrami. “As aulas nesses períodos devem ser modificadas, diminuindo a intensidade dos exercícios, principalmente os abdominais”.
6. Beba chás
“Prefira ervas como Angélica chinesa, que tem efeito antiespasmódico, agoniada (Himatanthus lancifolius), que age também como analgésica, ou canela, que é utilizada desde a antiguidade no tratamento da cólica”, indica Alex Botsaris.
“Prefira ervas como Angélica chinesa, que tem efeito antiespasmódico, agoniada (Himatanthus lancifolius), que age também como analgésica, ou canela, que é utilizada desde a antiguidade no tratamento da cólica”, indica Alex Botsaris.
7. Passe por uma sessão de acupuntura
O tradicional tratamento com agulhas tem efeito analgésico e regula o ciclo menstrual.
O tradicional tratamento com agulhas tem efeito analgésico e regula o ciclo menstrual.
8. Use a boa e velha bolsa de água quente
Coloque-a na região lombar e no abdômen. “O calor estimula a irrigação, relaxa a musculatura e ameniza o impacto das contrações do útero”, explica Deborah Supino.
Coloque-a na região lombar e no abdômen. “O calor estimula a irrigação, relaxa a musculatura e ameniza o impacto das contrações do útero”, explica Deborah Supino.
9. Faça uma massagem
A chinesa ou a Ayurvédica possuem pontos que, ao serem apertados, tratam a TPM e as cólicas. O mais usado é um chamado Zi Gong Xué, que fica perto das bordas do púbis.
A chinesa ou a Ayurvédica possuem pontos que, ao serem apertados, tratam a TPM e as cólicas. O mais usado é um chamado Zi Gong Xué, que fica perto das bordas do púbis.
10. Abuse dos alimentos certos
Alimentos com cálcio (laticínios e vegetais escuros), magnésio (soja, banana, beterraba, aveia, tofu, couve e abobrinha) e gorduras poliinsaturadas (salmão, atum e castanha do Pará) podem te ajudar. “Eles são relaxantes musculares e têm poder anti-inflamatório natural”, orienta a médica ortomolecular Mariana Muniz, especialista em medicina anti-aging.
Alimentos com cálcio (laticínios e vegetais escuros), magnésio (soja, banana, beterraba, aveia, tofu, couve e abobrinha) e gorduras poliinsaturadas (salmão, atum e castanha do Pará) podem te ajudar. “Eles são relaxantes musculares e têm poder anti-inflamatório natural”, orienta a médica ortomolecular Mariana Muniz, especialista em medicina anti-aging.
11. Fuja dos alimentos errados
Esqueça os alimentos ricos em gorduras, pois favorecem uma maior produção de hormônios femininos. Evite ainda os embutidos e as bebidas com cafeína (café, chá preto e refrigerantes).
Esqueça os alimentos ricos em gorduras, pois favorecem uma maior produção de hormônios femininos. Evite ainda os embutidos e as bebidas com cafeína (café, chá preto e refrigerantes).
12. Evite situações estressantes
“Muitas pessoas com dores ficam mais irritadas e perdem a paciência. Para estes casos, recomendo os florais de Bach, que neutralizam a agressividade”, comenta a terapeuta holística Maria Aparecida das Neves. Os mais indicados são Rescue Remedy, Holly e Cherry Plum.
“Muitas pessoas com dores ficam mais irritadas e perdem a paciência. Para estes casos, recomendo os florais de Bach, que neutralizam a agressividade”, comenta a terapeuta holística Maria Aparecida das Neves. Os mais indicados são Rescue Remedy, Holly e Cherry Plum.
colica
Dores menstruais
- O que são?
- Algumas meninas e mulheres não sentem dores durante a menstruação. Outras podem sofrer o que se conhece como “dores menstruais” (dismenorréia). Durante um dia ou mais podem ter:
- Dor ou cólicas no baixo abdomem.
- Dor de cabeça.
- Dor nos músculos.
- O que posso fazer para aliviar as dores menstruais?
- Tomar um banho quente.
- Usar uma bolsa de água quente no abdomem.
- Fazer exercícios físicos.
- Não se preocupe!
Se as dores menstruais continuarem a ser um problema para você, fale com um adulto de sua confiança antes de tomar qualquer medicamento.
As dores menstruais são uma parte normal da menstruação. Porém se você sofre com dores muito fortes, deve falar com um adulto de sua confiança ou visitar um médico. Não se esqueça, antes de tomar qualquer medicamento você deve falar com um adulto de sua confiança.
Você pode se sentir cansada, desanimada e irritadiça um pouco antes de ficar menstruada, mas depois da menstruação você volta a se sentir melhor. Isso ocorre devido aos hormônios.
| introdução oA adolescência é a fase de transição entre a infância e a idade adulta, caracterizada por transformações físicas e psicossociais. Nessa fase, o jovem assume mudançasna imagem corporal, de valores e de estilo de vida, afastando-se dos padrões estabelecidos por seus pais e criando sua própria identidade. O desenvolvimento da sexualidade faz parte do crescimento do indivíduo, em direção a sua identidade adulta. Modificações do padrão comportamental dos adolescentes, no exercício de sua sexualidade, vêm exigindo maior atenção dos profissionais de saúde, devido a suas repercussões, entre elas a gravidez precoce. Nos últimos 20 anos vem observando-se aumento da incidência de gravidez na adolescência em todo o mundo, principalmente nos países em desenvolvimento e nos Estados Unidos. Segundo a Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde de 1996, a fertilidade no Brasil diminuiu cerca de 30% em todas as faixas etárias, com exceção da adolescência. Nessa mesma época, 18% das adolescentes brasileiras já tinham um filho ou estavam grávidas. Segundo dados do Ministério da Saúde, desse mesmo ano, 40% dos abortos eram realizados por adolescentes. O coeficiente de mortalidade decorrente do aborto foi 2,5 vezes maior que nas mulheres adultas. Em 1999, o Ministério da Saúde divulgou dados afirmando que 25,7% dos partos do Sistema Único de Saúde eram de adolescentes, sendo este procedimento a primeira causa de internação das meninas no SUS. A gravidez, o parto e o puerpério foram responsáveis por 80,3% das internações de adolescentes em todo o país. Fatores de risco Discute-se muito quais os fatores relacionados com a gravidez na adolescência, com o intuito de se tentar fazer sua profilaxia. Os mais citados são os seguintes. O atual contexto sociocultural é mais liberal e permissivo que outrora. Pesquisa realizada pela Unesco, junto com o Ministério da Saúde, no ano de 2001, mostra, por exemplo, que na década de 90 um entre cada quatro adolescentes tinha permissão para manter relações sexuais dentro da própria casa. Em 2001, esse número quase dobrou. O início da puberdade e a menarca vêm ocorrendo cada vez mais cedo, além de a iniciação sexual ser cada vez mais precoce. Em 1997, a média de idade da primeira relação sexual entre os meninos era de 16 anos e entre as meninas de 19 anos. Em 2001, essa média baixou para 14 e 15 anos, respectivamente. A baixa escolaridade e o abandono escolar são freqüentemente citados como fatores predisponentes da gravidez. No Brasil, segundo pesquisa realizada em 1998, metade das adolescentes sem estudo já eram mães, o que só ocorreu com 4,2% das que tinham de 9 a 11 anos de estudo. Sabe-se, também, que meninas provenientes de famílias de baixa renda são mais suscetíveis à gravidez precoce. A mesma pesquisa refere que as meninas que recebem menos de um salário mínimo têm fecundidade de 128/1000 e as que possuem renda igual ou superior a dez salários mínimos têm fecundidade de 13/1000. O desconhecimento sobre a sexualidade e a saúde reprodutiva faz com que as adolescentes engravidem "sem querer". O uso incorreto de anticoncepcionais, devido a diversos fatores, dentre eles a não compreensão do uso correto do contraceptivo e o esquecimento de tomá-lo também levam a altos índices de gestação. Existem, por outro lado, características próprias da adolescência que, por si mesmas, colaboram na composição de tais números, como o "pensamento mágico", ou seja, a sensação de invulnerabilidade e onipotência, a idéia de que "isso nunca vai acontecer comigo". Além disso, o adolescente tem uma vivência singular do tempo, caracterizada pela impulsividade e não preocupação com as conseqüências futuras dos atos realizados aqui e agora. As dificuldades de relacionamento familiar podem levar à gestação precoce, seja por agressão aos pais, baixa auto-estima ou falta de perspectivas. Para essas adolescentes sem perspectivas, a gravidez pode ser a única possibilidade de mudança de status. Algumas adolescentes relatam ter engravidado por duvidar de sua fertilidade e até mesmo para provar sua heterossexualidade. Atualmente, os meios de comunicação são responsáveis por grande parte das informações recebidas pelos jovens, que não têm o necessário discernimento para saber se são corretas, distorcidas, imprecisas ou incompletas. Enquanto os pais se calam e a escola prega orientações puramente científicas, a mídia vende o sexo como mercadoria de consumo, encontrando ávidos fregueses entre os adolescentes. Repercussões As repercussões da gravidez na adolescência são de caráter orgânico e, principalmente, psicossocial. As complicações médicas têm sido discutidas exaustivamente em vários países, sem que, no entanto, tenha-se chegado a conclusões definitivas. Sabe-se que, se for realizado um pré-natal adequado, voltado às necessidades da adolescente, os riscos são minimizados, podendo, muitas vezes, ser igualados aos das mulheres adultas. Numa gravidez precoce podem sofrer mãe e filho. Entre as mais prementes conseqüências negativas para a mãe estão a maior incidência de doença hipertensiva específica da gravidez, de morbidade e mortalidade no parto e no puerpério, desproporção feto-pélvica, partos prematuros, anemia e baixo ganho de peso. Já sobre os bebês incidem maiores índices de natimortos, mortes perinatais, recém-nascidos de baixo peso, síndrome da morte súbita, hospitalizações por infecções e acidentes durante toda a infância. Percebe-se também que, independentemente do meio social ou cultural, a gravidez na adolescência tem papel fundamental na determinação das futuras oportunidades das jovens. Observa-se um isolamento social, com afastamento do grupo de amigos e das atividades próprias para a idade. No tocante à família, as pressões sociais podem dificultar a aceitação da idéia da gravidez de uma filha, incapacitando a família a apoiá-la adequadamente. Há uma limitação da escalada da independência financeira do jovem casal pois, muitas vezes, a adolescente passa a depender de seus pais para sustentar e criar o bebê. No plano educacional, percebem-se altos índices de abandono escolar e da profissionalização após a gestação. Do ponto de vista psíquico, é freqüente que se encontrem jovens inseguras e receosas quanto ao seu futuro como mães. A gravidez é sabidamente um momento de maior sensibilidade e instabilidade emocional. Quando inserida na adolescência, período da vida permeado com as mesmas características, o fardo pode tornar-se pesado demais, podendo levar a graves depressões e até ao suicídio. Diagnóstico Para se fazer o diagnóstico precoce é necessário que o profissional tenha sempre em mente que está lidando com pessoas em idade fértil e, portanto, que existe a possibilidade de gravidez. É necessário dispor de tempo, atenção, interesse e conhecimento das características biopsicossociais dessa faixa etária para que a adolescente se sinta à vontade no consultório e não oculte o real motivo da consulta. Muitas vezes o médico não pode contar com o histórico menstrual da paciente e é comum que as próprias meninas não aventem a possibilidade de gravidez, apesar dos sinais e sintomas estarem evidentes. O diagnóstico clínico é feito, inicialmente, por sinais e sintomas sugestivos de gravidez, como atraso menstrual, náusea, vômito, congestão mamária, pigmentação areolar e polaciúria. Se a gravidez estiver mais adiantada, observa-se aumento do volume e da consistência uterina. Quando se palpam os movimentos fetais, ou se auscutam os batimentos cardíacos fetais, temos o diagnóstico de certeza. O diagnóstico clínico deve ser confirmado pela dosagem do beta-HCG urinário ou sangüíneo, que apresentam níveis elevados a partir do primeiro dia do atraso menstrual. Quanto ao diagnóstico de imagem, visualiza-se o saco gestacional à ultra-sonografia abdominal a partir da quinta semana de gestação e, na endovaginal, a partir de 31 dias. Papel do pediatra Como já foi dito anteriormente, o profissional que lida com adolescentes deve estar preparado para a possibilidade de diagnosticar uma gravidez. Perante este diagnóstico, deve despir-se de qualquer crença ou preconceito, para que possa ajudar sua paciente. Inicialmente, deve sentir como a adolescente está encarando a gravidez, o que está vivenciando no momento, se está estudando ou trabalhando, se está com o parceiro e quais seus planos para o futuro. Deve-se avaliar a capacidade de compreensão da gestante e estimulá-la a conversar com seus pais ou um adulto responsável. A seguir, é preciso discutir as opções que a paciente possa trazer consigo, como levar a gravidez a termo e criar o bebê, levar a gravidez a termo e doar o RN, ou interromper a gravidez. Cabe ao médico mostrar a ela os aspectos positivos e negativos de cada opção. Decidida a levar a gravidez a termo, devemos encaminhá-la imediatamente ao pré-natal multidisciplinar. Todo pediatra deve estar atento àquelas meninas que fizeram o teste de gravidez e obtiveram resultado negativo, pois estas passam a fazer parte de um grupo de risco. Estudo realizado por Polaneczky, no ano 2000, mostrou que, de todas as adolescentes que fazem o teste de gravidez, 36% têm resultado positivo. Se as restantes não forem bem orientadas, neste momento, cerca de 60% delas estarão realmente grávidas em 18 meses. Deve-se ficar atento para não taxar a gravidez da adolescente como problemática e indesejada. Sabe-se que, embora não planejada, a gravidez, muitas vezes, era ou passou a ser desejada pelo casal e até mesmo pela família que, muitas vezes, tem uma reação inicial de rejeição, mas, num segundo momento, passa a aceitá-la e até a apoiá-la. Pré-natal multidisciplinar O pré-natal multidisciplinar é um acompanhamento voltado às necessidades das adolescentes. Deve ser composto por uma equipe com o maior número de especialidades possíveis, tais como pediatra, ginecologista, psicólogo, fisioterapeuta, assistente social e nutricionista. As adolescentes fazem o pré-natal tradicional com os ginecologistas e obstetras e, além disso, são acompanhadas pela equipe, em reuniões com grupos formados pelas gestantes adolescentes, seus parceiros e mães adolescentes, que participaram do grupo anteriormente e voltam, agora com seus filhos, para passar sua experiência. Durante essas reuniões se deve deixar o grupo à vontade para expor suas preocupações, medos e incertezas, discutindo cada tema, a fim de fazer a profilaxia das complicações orgânicas e psicossociais da gestação na adolescência. O pai adolescente O papel do parceiro é fundamental para a boa evolução da gestação, dando apoio a sua parceira e diminuindo os riscos de complicações psicológicas. Além disso, não podemos esquecer que muitos deles são também adolescentes e se mostram inseguros perante a nova situação. Diante disso, deve-se estimular sua participação no pré-natal. O parto O parto deve ser realizado por obstetra capacitado, segundo as normas da Obstetrícia moderna, considerando-se sempre a importância do apoio emocional a essas pacientes. Se a adolescente puder conhecer previamente a maternidade, tanto melhor, pois sentir-se-á mais segura e será, portanto, mais colaborativa. Pós-parto O pós-parto imediato deve ser realizado em alojamento conjunto, onde se inicia o vínculo da mãe adolescente com seu bebê. É ali, também, que começa a aprender, com suas colegas de quarto e enfermeiras, a cuidar da criança. Após a alta hospitalar é ideal que mãe e filho sejam acompanhados em ambulatório exclusivo e dedicado. Nessas consultas se faz a puericultura normal e se esclarecem todas as dúvidas da mãe. Aproveita-se para ressaltar a importância do aleitamento materno e do retorno à escola e/ou ao trabalho. Fortalece-se o vínculo mãe-e-filho, mostrando-lhes como são capazes de criar seus filhos de maneira adequada e como elas estão saindo-se bem no papel de mães. Melhorar a auto-estima das jovens mães é fundamental para o sucesso na criação de seu filho. Nesse mesmo momento é iniciado o planejamento familiar, fazendo-se desde já a prevenção da reincidência da gravidez precoce. Estudo realizado nos Estados Unidos, em 1994, mostrava que 30% das gestantes adolescentes estavam novamente grávidas no período de um ano. Considerações finais A gravidez na adolescência vem aumentando muito nos últimos anos e cabe a nós, profissionais da saúde, junto com a sociedade, tentar alertar os jovens sobre os riscos vivenciados e apoiá-los, quando procuram métodos anticoncepcionais. Diagnosticada a gravidez, as meninas devem imediatamente ser encaminhadas ao pré-natal multidisciplinar, pois ele comprovadamente diminui os riscos de complicações orgânicas e psicossociais, tanto para as mães adolescentes quanto para seus filhs. |
sexualidade
TRANSFORMAÇÕES DA MENTE E DO CORPO
A Adolescência, período de vida compreendido entre 10 e 20 anos, é uma fase bastante conturbada. Ocorrem transformações físicas e emocionais importantes, preparando a criança para assumir um novo papel perante a família e a sociedade. A criança desenvolve-se, amadurece e fica apta para usufruir sua sexualidade, firmando sua identidade sexual e buscando um par, já com a possibilidade de gerar filhos.
A fase onde há modificações no corpo chama-se de Puberdade. Ocorre a primeira menstruação nas meninas (menarca), as poluções masculinas (ejaculações espontâneas sem coito), o crescimento de pêlos no corpo, a mudança de voz nos rapazes, o amadurecimento da genitália, com aumento do tamanho do pênis e dos seios, entre outros.
Mas nem sempre esta fase vem acompanhada das transformações emocionais e sociais que são o marco da adolescência. Dependendo da cultura de cada povo, a adolescência pode chegar mais tarde, independente da criança estar já bem desenvolvida fisicamente. É o caso dos países ocidentais, como os Estados Unidos e a Inglaterra ou França. O processo de educação continuada e a grande soma de informações, por exemplo, acabam por retardar a necessidade, por parte dos jovens, da busca de uma vida separada de seus pais. Muitos ainda moram com a família depois dos 20 anos. Já em sociedades mais simples, como em algumas regiões do Brasil, da África ou da Ásia, a necessidade de força braçal, desde muito cedo, antecipa a entrada da criança na adolescência e nas responsabilidades que lhe são devidas.
O ADOLESCENTE E A SUA SEXUALIDADE
A jovem adolescente amadurece em média dois anos antes do rapaz. Busca fortificar sua feminilidade, prorrogar os encontros sexuais e selecionar um parceiro adequado para poder ter sua primeira relação sexual, o que ocorre de forma gradativa. Vai experimentando seus limites progressivamente. Os rapazes buscam encontros sexuais com mais ansiedade, geralmente, persuadindo as garotas ao sexo com eles. Em nosso meio, há uma tendência do jovem em experimentar sensações sexuais com outros de sua idade, sem necessariamente buscar uma relação sexual propriamente dita. O termo que se usa atualmente é "ficar".
A perda da virgindade ainda é um marco importante para os jovens. É um rito de iniciação sexual, que pode ser vivenciado com orgulho ou com culpa excessiva, de acordo com a educação e tradição da família. Inicialmente, os jovens buscam apenas envolvimento sexual, testando suas novas capacidades e reações frente a sensações antes desconhecidas. É a redescoberta do corpo. Só depois procuram o envolvimento afetivo complementar passando a conviver não apenas em bandos, mas também aos pares.
A masturbação faz parte da vida das pessoas desde a infância e, na adolescência, se intensifica com a redescoberta de sensações, tanto individualmente quanto em dupla ou em grupo.
Os jovens podem apresentar algum tipo de atividade homossexual nessa fase, como exposição dos genitais, masturbação recíproca e comparação dos seios e dos genitais em grupo (comparação do tamanho do pênis, por exemplo), atividades estas consideradas absolutamente normais. A fortificação dessas condutas, com o abuso sexual por parte de um adulto de mesmo sexo ou com alta ansiedade perante o sexo oposto, pode desenvolver uma orientação homossexual definitiva nos jovens.
Em tempos da super informação, com a internet, a globalização, a pouca censura nos meios de comunicação de massa, há um apelo sexual freqüente e precoce, expondo os jovens a situações ainda não bem compreendidas por eles. Os adolescentes falam como adultos, querem se portar como tal e ter os privilégios da maturidade. No entanto, falta-lhes a experiência, a responsabilidade e o significado real de um envolvimento sexual. A gravidez de risco na adolescência, infelizmente, é um dos resultados desastrosos desta situação atual. A pouca informação qualificada e o precário respeito dos adultos perante as necessidades dos jovens são os verdadeiros responsáveis pelo falso e ilusório desenvolvimento do adolescente de hoje.
O que é a puberdade?
A puberdade é um período que ocorre mudanças biológicas e fisiológicas, é neste período que o corpo torna-se maduro e os “adolescentes” ficam capacitados para gerar filhos. Ela não deve ser confundida como sinônimo da adolescência, visto que a puberdade faz parte da adolescência.
Nesta fase, são observadas mudanças tais como: crescimento de pêlos pubianos, crescimento dos testículos e aparecimento das mamas.
Nesta fase, são observadas mudanças tais como: crescimento de pêlos pubianos, crescimento dos testículos e aparecimento das mamas.
O início da fase da puberdade é variável de pessoa para pessoa, frequentemente para o sexo feminino é entre os nove e treze anos de idade e para o sexo masculino entre 10 e 14 anos de idade. Este processo pode ser observado nos diferentes setores dos organismos, alguns mais evidentes do que em outros, como o aumento do peso e da altura e à maturação sexual.
No período da puberdade, o hormônio hipotálamo ordena ao outro hormônio, a hipófise, o aumento de gonadotropinas que são liberados durante o sono, que ao se desencadearem, realizam a produção dos hormônios sexuais.
Os hormônios sexuais se diferem para os homens e as mulheres, mas não são totalmente exclusivos de cada sexo, nos homens, os testículos secretam entre outros hormônios, a testosterona e nas mulheres, o ovário fabrica o estrógeno.
As gônadas e as supra-renais de ambos os sexos produzem o estrógeno e testosterona, mas é variável a quantidade. As características biológicas são universais e ocorrem de forma semelhante em todos os seres humanos.
No período da puberdade, o hormônio hipotálamo ordena ao outro hormônio, a hipófise, o aumento de gonadotropinas que são liberados durante o sono, que ao se desencadearem, realizam a produção dos hormônios sexuais.
Os hormônios sexuais se diferem para os homens e as mulheres, mas não são totalmente exclusivos de cada sexo, nos homens, os testículos secretam entre outros hormônios, a testosterona e nas mulheres, o ovário fabrica o estrógeno.
As gônadas e as supra-renais de ambos os sexos produzem o estrógeno e testosterona, mas é variável a quantidade. As características biológicas são universais e ocorrem de forma semelhante em todos os seres humanos.
Puberdade atrasada
Em algumas meninas a partir dos 13 anos de idade e em meninos a partir dos 14 anos de idade, ocorrem à ausência de qualquer característica sexual, neste caso é considerado a puberdade atrasada, neste caso alguns especialistas aconselham a procura de um profissional adequado para acompanhar os casos de puberdade.
Puberdade precoce
É quando as características pertencentes às meninas ocorrem antes dos 8 anos de idade e nos meninos antes dos nove anos.
Período de Puberdade Masculina
A puberdade nos meninos começa por volta dos 11 ou 12 anos e é caracterizado por um período de intensas mudanças, como o crescimento dos pêlos e pênis e o aumento de tamanho dos testículos.
Nesta fase ocorre a primeira ejaculação, sendo que esta pode ocorrer durante o sono ou até mesmo resultante da masturbação, acontecem também a ereção espontânea, sem que o pênis seja estimulado ou mesmo tocado.
Nesta fase ocorre a primeira ejaculação, sendo que esta pode ocorrer durante o sono ou até mesmo resultante da masturbação, acontecem também a ereção espontânea, sem que o pênis seja estimulado ou mesmo tocado.
As principais características das mudanças são:
- surgimento de pêlos nos púbis, nas axilas e no peito;
- aumento dos testículos e do pênis;
- crescimento da barba;
- voz grossa;
- ombros mais largos;
- aumento da massa muscular;
- início da produção de espermatozóides;
- aumento do peso e da estatura.
- aumento dos testículos e do pênis;
- crescimento da barba;
- voz grossa;
- ombros mais largos;
- aumento da massa muscular;
- início da produção de espermatozóides;
- aumento do peso e da estatura.
Período de Puberdade Feminina
A puberdade nas meninas começa por volta dos 9 ou 10 anos e é caracterizado pela primeira menstruação e o desenvolvimento dos órgãos genitais e da mamas.
A primeira menstruação ocorre por volta dos 12 anos, ou antes, pois dependem de fatores genéticos, raciais, nutricionais e outros.
A primeira menstruação ocorre por volta dos 12 anos, ou antes, pois dependem de fatores genéticos, raciais, nutricionais e outros.
As principais características são:
- alargamento dos ossos da bacia;
- início do ciclo menstrual;
- surgimento de pêlos nos púbis e nas axilas;
- depósito de gordura nas nádegas, nos quadris e nas coxas;
- desenvolvimento das mamas.
- início do ciclo menstrual;
- surgimento de pêlos nos púbis e nas axilas;
- depósito de gordura nas nádegas, nos quadris e nas coxas;
- desenvolvimento das mamas.
A puberdade também mexe com o emocional dos adolescentes e também em seu comportamento, principalmente em seu desejo sexual.
puberdade
Definição: o que é adolescência
Adolescência é uma etapa intermediária do desenvolvimento humano, entre a infância e a fase adulta. Este período é marcado por diversas transformações corporais, hormonais e até mesmo comportamentais. Não se pode definir com exatidão o início e fim da adolescência (ela varia de pessoa para pessoa), porém, na maioria dos indivíduos, ela ocorre entre os 10 e 20 anos de idade (período definido pela OMS – Organização Mundial da Saúde).
Adolescência é uma etapa intermediária do desenvolvimento humano, entre a infância e a fase adulta. Este período é marcado por diversas transformações corporais, hormonais e até mesmo comportamentais. Não se pode definir com exatidão o início e fim da adolescência (ela varia de pessoa para pessoa), porém, na maioria dos indivíduos, ela ocorre entre os 10 e 20 anos de idade (período definido pela OMS – Organização Mundial da Saúde).
Adolescência e puberdade
Muitas pessoas confundem adolescência com puberdade. A puberdade é a fase inicial da adolescência, caracterizada pelas transformações físicas e biológicas no corpo dos meninos e meninas. É durante a puberdade (entre 10 e 13 anos entre as meninas e 12 e 14 entre os meninos) que ocorre o desenvolvimento dos órgãos sexuais. Estes ficam preparados para a reprodução.
Durante a puberdade, os meninos passam pelas seguintes mudanças corporais e biológicas: aparecimento de pêlos pubianos, crescimento do pênis e testículos, engrossamento da voz, crescimento corporal, surgimento do pomo-de-adão e primeira ejaculação.
Entre as meninas, as mudanças mais importantes são: começo da menstruação (a primeira é chamada de menarca), desenvolvimento das glândulas mamárias, aparecimento de pêlos na região pubiana e axilas e crescimento da região da bacia.
Hormônios e comportamento
Durante a adolescência ocorrem significativas mudanças hormonais no corpo. Além de favorecer o aparecimento de acnes, estes hormônios acabam influenciando diretamente no comportamento dos adolescentes. Nesta fase, os adolescentes podem variar muito e rapidamente em relação ao humor e comportamento. Agressividade, tristeza, felicidade, agitação, preguiça são comuns entre muitos adolescentes neste período.
Por se tratar de uma fase difícil para os adolescentes, é importante que haja compreensão por parte de pais, professores e outros adultos. O acompanhamento e o diálogo neste período são fundamentais. Em casos de mudanças severas (comportamentais ou biológicas) é importante o acompanhamento de um médico ou psicólogo.
Socialização
Uma marca comum da maioria dos adolescentes é a necessidade de fazer parte de um grupo. As amizades são importantes e dão aos adolescentes a sensação de fazer parte de um grupo de interesses comuns.
Muitas pessoas confundem adolescência com puberdade. A puberdade é a fase inicial da adolescência, caracterizada pelas transformações físicas e biológicas no corpo dos meninos e meninas. É durante a puberdade (entre 10 e 13 anos entre as meninas e 12 e 14 entre os meninos) que ocorre o desenvolvimento dos órgãos sexuais. Estes ficam preparados para a reprodução.
Durante a puberdade, os meninos passam pelas seguintes mudanças corporais e biológicas: aparecimento de pêlos pubianos, crescimento do pênis e testículos, engrossamento da voz, crescimento corporal, surgimento do pomo-de-adão e primeira ejaculação.
Entre as meninas, as mudanças mais importantes são: começo da menstruação (a primeira é chamada de menarca), desenvolvimento das glândulas mamárias, aparecimento de pêlos na região pubiana e axilas e crescimento da região da bacia.
Hormônios e comportamento
Durante a adolescência ocorrem significativas mudanças hormonais no corpo. Além de favorecer o aparecimento de acnes, estes hormônios acabam influenciando diretamente no comportamento dos adolescentes. Nesta fase, os adolescentes podem variar muito e rapidamente em relação ao humor e comportamento. Agressividade, tristeza, felicidade, agitação, preguiça são comuns entre muitos adolescentes neste período.
Por se tratar de uma fase difícil para os adolescentes, é importante que haja compreensão por parte de pais, professores e outros adultos. O acompanhamento e o diálogo neste período são fundamentais. Em casos de mudanças severas (comportamentais ou biológicas) é importante o acompanhamento de um médico ou psicólogo.
Socialização
Uma marca comum da maioria dos adolescentes é a necessidade de fazer parte de um grupo. As amizades são importantes e dão aos adolescentes a sensação de fazer parte de um grupo de interesses comuns.
Gravidez na adolescência
No Brasil atual, a gravidez precoce tem se transformado num grande problema de saúde pública. Com poucas informações e uma vida sexual ativa cada vez mais precoce, muitas adolescentes estão engravidando numa época da vida em que se encontram despreparadas para assumir as responsabilidades de mãe. Ao se tornarem mães, estas adolescentes acabam deixando de lado uma importante fase de desenvolvimento (algumas até mesmo abandonam os estudos). Mais preocupante são aquelas que buscam oaborto, tirando a vida de um ser e colocando em risco suas próprias vidas.
No Brasil atual, a gravidez precoce tem se transformado num grande problema de saúde pública. Com poucas informações e uma vida sexual ativa cada vez mais precoce, muitas adolescentes estão engravidando numa época da vida em que se encontram despreparadas para assumir as responsabilidades de mãe. Ao se tornarem mães, estas adolescentes acabam deixando de lado uma importante fase de desenvolvimento (algumas até mesmo abandonam os estudos). Mais preocupante são aquelas que buscam oaborto, tirando a vida de um ser e colocando em risco suas próprias vidas.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
*--*
qual a garota que não gosta de fofocar,de falar de garotos e ficar atualizadas em tudo..
se existe aquela que nao gosta nossa ela nao sabe o que estar perdendo...
ainda mais quando existe aquele gatinho que estar afim de você isso e otimo...
mais também temos o sofrimento,as angustias e tudo mais ,mais graças a deus sabemos dar a volta por cima..
*__*..
se existe aquela que nao gosta nossa ela nao sabe o que estar perdendo...
mais também temos o sofrimento,as angustias e tudo mais ,mais graças a deus sabemos dar a volta por cima..
*__*..
menstruação
Assinar:
Comentários (Atom)
lindas..